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Celular e Saúde

As Estações Rádio-Base (ERBs), estruturas necessárias para o funcionamento de serviço telefônico móvel, tem como impacto, além da sua implantação propriamente dita, a emissão de radiação eletromagnética. De acordo com a publicação da Acel “Telefonia Celular – conheça bem essa tecnologia” – elaborada com base no estudo “Sistemas de Telefonia Celular: Atendendo ao Chamado da Razão”, realizado pelo Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília – estudos desenvolvidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que não há indícios suficientes de que o uso de celulares represente perigo à saúde, desde que observados os limites e as normas de precaução. Ainda conforme publicação da Acel, a radiação pode ser ionizante e não ionizante. O tipo não ionizante, emitido pelas ondas de rádio utilizadas na telefonia celular, não possui energia suficiente para danificar tecidos do corpo humano causando apenas o aumento de temperatura, ou efeito térmico.

De acordo com a publicação, as antenas instaladas em torres ou mastros emitem radiação de valor insignificante , ainda que considerando uma exposição contínua. Na realidade, o nível de radiação a que a população está sujeita (devido à emissão de ondas de rádio pelas antenas) é de 50 a 1.000 vezes inferior que o patamar de segurança estabelecido pela regulamentação da Anatel. Por meio da Resolução nº. 303/2002, a Anatel estabelece os limites de exposição à campos eletromagnéticos de radiofreqüência, na faixa de radiofreqüências utilizada na telefonia celular.

A cartilha explica ainda que o patamar de segurança é determinado pela taxa de absorção específica (SAR, na sigla em inglês), que indica a taxa média de absorção de radiação pelo corpo humano, por quilograma (Watts/kg). Para garantir a segurança dos clientes, os celulares disponíveis no mercado passam por um teste de SAR (Specific Absorption Rate) antes de serem vendidos e apresentam níveis bem abaixo dos limites estabelecidos.

Desde 1996, a OMS mantém o Projeto Internacional sobre Campos Eletromagnéticos (EMF Project) com o objetivo de dar resposta internacional e coordenada às dúvidas existentes nessa área. A estimativa da OMS é que já foram gastos mais de US$ 250 milhões em pesquisas sobre o assunto, no mundo inteiro, e outros US$ 130 milhões serão gastos até 2014.

 

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